
Lulla critica suposto acordo entre "polícia e bandido" em SP
..."Foi grave (o que aconteceu em São Paulo) porque mostra o peso do crime organizado. Pelas reportagens que eu vi ontem parece que havia mancomunação entre policiais e bandidos. Acordos e não-acordos. O que precisa ficar muito claro é que a parte que o governo federal poderia fazer nós oferecemos"...
“Acuse-os, do que nós fazemos”
Foi de Lulla este erro. Foi elle que pôs o Exército nas ruas do Rio de Janeiro e acabou negociando com os traficantes a devolução de armas levadas de um quartel militar, como uma “saída honrosa” das tropas das ruas.
‘Ajuda’ de Lulla foi ridícula’
A pretendida “ajuda” do governo Lulla ao governo de São Paulo foi só uma encenação política, porque as forças federais pouco acrescentariam aos 130.000 membros das polícias Militar e Civil paulistas. No Exército, todo o Comando do Sudeste (SP e Mato Grosso do Sul) soma só 26.000 homens, a Polícia Federal tem apenas 900 e a tal Força Nacional de Segurança é virtual: são 4.000 policiais de vários Estados. Na maioria, policiais paulistas. Cláudio Humberto
Elle faz cortesia com chapéu alheio e nos deixa à mercê do terrorismo.
O governo Lulla torrou mais de meio bilhão (exatos R$ 560 milhões) no Haiti e destinou só R$ 260 milhões para o Fundo Nacional de Segurança Pública. Foi um corte brusco no Fundo que serviria para ser investido no aparato policial. Isto, sem contar que enquanto a cidade de São Paulo era atacada violentamente pelos presos, ocasionando dezenas de mortes, o dinheiro nos cofres públicos, sobra. Só no Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), do Ministério da Justiça, existem R$ 297 milhões em recursos disponíveis (até 15 de maio/2006), que ao invés de colaborarem para a melhoria de presídios, servem como garantia para o superávit primário. Contas Abertas.
Lulla não se sente responsável pelos ataques à SP. Transfere a culpa para o governo estadual , para a Sociedade, para a Educação e para as Teles.
..."(Segurança pública) é da responsabilidade do governo do Estado. O que o governo federal pode fazer é dar um apoio, seja com Exército, seja com as forças públicas especiais, seja com a Polícia Federal."...
A melhor maneira de inocentar culpados é generalizar a culpa. O cidadão comum que paga impostos contribui para sustentar um Estado que deveria lhe oferecer segurança. Ele também não tem culpa pela violência. É inútil pedir a Lula que pense antes de falar. Ele costuma falar sem pensar. (E por isso diz um monte de besteiras) Noblat
Recordar é viver!
Promessas de Campanha: "Diante do crescimento assustador da violência, que tem levado à consolidação, no cotidiano da população, da banalização da vida e da arquitetura do medo, o país necessita, mais do que nunca, de uma política nacional de segurança pública, priorizando a segurança da cidadania na qualidade de direito." (Concepção e Diretrizes do Programa de Governo do PT para o Brasil 2002 - Divulgado no final de 2001)
Mais promessas: "Iremos reformular o Fundo Nacional de Segurança Pública, com o objetivo de utilizá-lo como fonte potencial de recursos da União para a complementação do pagamento dos vencimentos dos policiais daqueles estados que tenham dificuldades financeiras para pagar o piso de vencimentos mínimo... também vamos determinar que os recursos do Fundo Penitenciário não sejam contingenciados..." (Trecho do programa de governo do PT)
Fatos: A farsa da segurança pública prometida pelo governo foi desmascarada até no exterior. A Anistia Internacional chegou a decretar, na ONU, o fracasso do Plano Nacional de Segurança Pública. Apenas 8,5% dos recursos da área foram liberados pelo governo. E nenhum centavo do montante destinado para a reforma de presídios estaduais foi liberado. (Diário Tucano, 27/10/05)
Mais Promessas: "Um amplo programa de combate à violência, ao narcotráfico e ao crime organizado supõe uma nova concepção de segurança pública, envolvendo planejamento, definição de metas e estratégias, investimentos em qualificação técnica e profissional e incluindo a integração do sistema policial e uma completa revisão do código penal e do sistema prisional (inspirado por penas alternativas)." (Concepção e Diretrizes do Programa de Governo do PT para o Brasil 2002 - Divulgado no final de 2001)
Fatos: O descaso com a Polícia Federal, que não tem dinheiro para pagar o combustível e deve mais de R$ 50 milhões, demonstra o quanto o discurso do PT está dissociado das ações do governo PT.
"O governo precisa assumir a responsabilidade de gerir a questão de segurança pública. Deve assumir a criação de prisões federais para o crime organizado, para o narcotráfico, para o crime de colarinho branco." (Diário Tucano - Lula - 12/11/03) E por vai!....
Sobre a educação
Lulla da Silva afirmou que o descaso com a educação na década de 80 motivou a série de ações orquestradas pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado de São Paulo.
É uma pena que elle nada possa fazer!
Segundo os dados da pesquisa da Unesco divulgada em abril, até 2015 o Brasil acumulará um déficit de 400 mil professores do ensino básico. Além do índice de reprovação de 21% dos alunos do ensino fundamental, onde o Brasil só está melhor que quinze países, incluindo apenas países da América Central e da África, em formação de professores o país se qualifica também entre os piores do mundo.
Em uma das pesquisas mais renomadas do mundo sobre a qualidade da educação, o Brasil se iguala no índice de repetência escolar com países como o Moçambique e a Eritréia e fica atrás do Camboja.
Um estudo do IBGE comprova que a repetência entre alunos do ensino fundamental tem crescido. O tempo de conclusão deste período escolar, que deveria levar oito anos, tem, em média, dois anos a mais. Isto em um ensino totalmente sucateado como o ensino público. Mas enfim, como este problema vem desde a década de 80, elle nada pode fazer.
Elle decide obrigar teles a instalar bloqueador de celular em presídio
As operadoras de telefonia celular serão obrigadas a comprar, instalar e operar bloqueadores de celulares nos presídios brasileiros. O assunto já está sendo tratado com o ministro Thomaz Bastos, para a edição de um decreto formalizando essa obrigação para as empresas.
Mais Dissonâncias
Do ministro da Justiça, Thomaz Bastos, ao criticar a aprovação apressada pelo Congresso de projetos na área de segurança pública, em resposta a uma situação crítica: "Tenho temor da legislação de pânico num momento em que a sociedade vive uma crise."
Do sociólogo Cláudio Beato, do Centro de Estudos da Criminalidade e Segurança Pública (Crisp) da Universidade Federal de Minas Gerais: "Lamentavelmente, nosso ministro da Justiça funciona muito mais como advogado do governo e não para tratar da segurança pública." Globo
Legislação do Pânico I :
Nas vésperas do ataque, 12.000 criminosos foram colocados nas ruas por força de indulto, para o dia das mães. O que não se diz à população é que o indulto foi concedido pelo Governo Federal, pois conceder indulto é atribuição privativa do Presidente da Republica (ver inciso XII do art. 84 da Constituição Federal abaixo mencionado)
Legislação do Pânico II:
Foi Thomaz Bastos, quem lutou para desarmar a população de bem, o trabalhador, o pai de família, enquanto reduzia a verba para segurança pública no país.
Legislação do Pânico III :
Tucanos e pefelistas criticaram uma lei de dezembro de 2003, patrocinada pelo ministro da Justiça, que muda a Lei de Execução Penal e impede diretores de presídios de agirem sem autorização judicial. Com isso, o governo de São Paulo ficou impedido de transferir o líder do PCC, Marcos Williams Herbas Camacho, o Marcola, para um presídio de segurança máxima, intenção que teria desde janeiro. A justiça ainda não deu resposta ao pleito, e Marcola acabou por ser transferido sem essa autorização, segundo denúncia do PSDB.
Legislação do Pânico IV
ONGs que se dizem da paz, que fizeram passeatas inócuas, enquanto ao mesmo tempo tentam impedir que o cidadão tenha o direito a se defender; defenderam criminosos e seus direitos humanos; lutaram contra a redução da idade penal; lutaram pelo fim da lei dos crimes hediondos; e lutam contra o endurecimento das leis penais.
De um governo sem compostura, o que se pode esperar?
Lulla agride a Imprensa e esquece denunciante Raras vezes se terá visto em um país democrático um chefe de governo investir de forma tão contundente contra um órgão de imprensa, como fez o presidente Lulla, ao tomar conhecimento da reportagem da revista Veja em que ele aparece como titular de uma suposta conta no exterior.
Mas é compreensível a inusitada reação do presidente, chamando o autor da matéria de "bandido, mau-caráter, malfeitor, mentiroso" e repetindo três vezes que a revista "chegou ao limite".:: Editorial - O Estado de São Paulo
Movimento da Ordem e da Vigília Contra a Corrupção