A MAIORIA SILENCIADA

O historiador americano Thomas Skidmore, na Folha do dia 14, diz que só depois da chegada de Lula ao poder “surgiram os oportunistas, os responsáveis por desmoralizar o PT”. Esse sujeito não sabe ou finge que não sabe nada do que se passou no Brasil nos últimos quinze anos. Ele só é ouvido com reverência porque empresta o aval da sua reputação às mentiras convencionais da propaganda esquerdista.
A suprema vergonha, a baixeza imensurável da sociedade brasileira não está nos crimes do PT: está nos prodígios de desconversa com que aqueles mesmos que os reconhecem se apressam a limpar a folha corrida do culpado, fazendo dele a vítima inocente de uma contaminação acidental e tardia. Na verdade, esses crimes vieram de longa data e não nasceram da desonestidade avulsa de infiéis: nasceram de um plano abrangente de conquista do poder total por todos os meios possíveis e imagináveis, legais ou ilegais, decentes ou indecentes.
Os planos dessa imensa máfia revolucionária continental jamais teriam prosperado se expostos à atenção pública. Mas mesmo agora, depois da revelação dos delitos petistas, a mídia nacional continua empenhada em ocultar a trama maior que os gerou, em preservar as causas intactas sob as ruínas dos efeitos. Longe de defender o povo contra as ambições dos criminosos, ela está empenhada em proteger os criminosos contra o olhar do povo.
Ora, essas posições - contra o aborto, pela redução da menoridade penal, etc. - são precisamente aquelas que o jornalismo chique em geral expele do debate civilizado, colando-lhes os rótulos infamantes de “extremismo de direita” e “fundamentalismo” para criar, invertendo a realidade, uma falsa impressão de ligações terroristas, e legitimar como “normalidade democrática” um estado de apartheid ideológico no qual só a opinião da minoria pode ter canais de expressão partidária, cultural e jornalística. Se a mídia tem a autoridade de marginalizar e criminalizar a maioria, por que não terá também o direito, muito mais modesto, de ludibriá-la? - Por, Olavo de Carvalho – No JB
Continua impressionante a capacidade do PT de pautar a mídia, em especial o jornalismo impresso. A cobertura das ações de Lula consegue ser um pouco mais crítica porque sua vantagem é muito grande. E ninguém se sente tentado a fazer justiça com o próprio teclado. Mas já se nota um tom meio jocoso quando o assunto é Geraldo Alckmin. Na disputa em São Paulo, a coisa chega a ser dramática. Vejam o falso caso dos migrantes.
Os jornalistas que cobrem a campanha, em parceria com Aloizio Mercadante, decidiram que Serra culpou os migrantes pelos problemas no ensino. Trata-se de uma mentira. Mas não é uma mentira porque eu quero que seja mentira. É mentira porque há a transcrição do SPTV, e fica claro que ele não disse o que lhe atribuem. Mas os jornais foram unânimes. A campanha eleitoral do petista evidenciou de forma vexaminosa: parece que os títulos da mídia impressa foram combinados num gigantesco pool. De certo modo, foram mesmo. É o pool ideológico.
COMENTÁRIO:
Nenhum presidente conseguiu garantir sua permanência na República, por muito menos. Uma "Elba" derrubou Collor. Como seria possível entender este "Zé Mané" garantir seu prestígio na tão elitizada "GLOBO”? Sabemos que todos os presidentes, que já passaram, tiveram o apoio incondicional desta emissora oportunista e alienante. Só que o Collor, foi execrado, linchado por muito menos, pela tão ética e moral GLOBO.
A mídia em geral e, principalmente, a impressa, se transformou numa massa amorfa, hipnotizada e determinada a prestar o grande desserviço à sociedade. A paixão política e ideológica da imprensa brasileira pelo PT mostra-se muito mais forte que a verdade dos fatos. A adesão dos jornalistas na criação inescrupulosa de artificialismos, tem se mostrado tão IMUNDA quanto o próprio desgoverno Lulla/PT. Por Gabriela/Gaúcho (Movimento da Ordem e Vigília Contra a Corrupção)