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domingo, setembro 10, 2006

LULLA DIZ QUE ELITE NÃO SUPORTA METALÚRGICO NA PRESIDÊNCIA


Lulla da Silva, em comício no sábado em Colombo – Curitiba - voltou a fazer críticas ao que ele chama de "elite brasileira", sobretudo a política. "Não suporta que seja um torneiro mecânico um presidente da República, que faz mais do que eles que tiveram todos os cursos e todas as oportunidades"...

Lulla disse ter recebido um país "quebrado". Mas, depois de citar algumas ações por ele tomadas, como criação de 104 mil empregos por mês, em média, e o investimento na educação, garantiu que o Brasil foi recuperado. "É um país que hoje pode sonhar maior", acentuou. Lulla afirmou estar terminando o mandato podendo olhar na cara das pessoas e dizer que o Brasil está melhor. Por, Evandro Fadel - Estado
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LULLA DIZ TER BUSCADO FORÇAS NO POVO PARA SUPERAR CALÚNIAS.

Em Criciúma, Santa Catarina, Lulla da Silva, citou que os adversários pensaram que havia "sangrado", quando fizeram denúncias com "calúnias" contra ele e seu governo e que ele mesmo havia pensado que estava já estava sem sangue, mas eles se esqueceram que existia transfusão de sangue e ele se recuperou com o "sangue" e a "força" do povo brasileiro.

"Estamos a 21 dias das eleições e está acontecendo um fenômeno muito esquisito na política nacional. Os nossos adversários estão sem entender o que está acontecendo porque isso não estava previsto na cartilha deles e, de repente, eles imaginaram que tinham nos massacrado com infâmias, com calúnias, com o nível mais baixo da política", declarou Lulla, acrescentando que "houve até quem disse que era preciso fazer o presidente Lulla sangrar até a morte".

"Só que eles não sabem que já tinham inventado a transfusão e eu quando achei que estava combalido, quando achei que tinha perdido quase todo o meu sangue, eu fui, humildemente ao povo brasileiro pedir uma gota do sangue do povo brasileiro. E hoje estou muito mais jovem do que estava quando eles começaram. Eu sei que estou muito mais tranqüilo porque estou com o sangue do povo. E o sangue do povo e a força do povo, fazem com que a gente tenha esperança de ganhar outra vez as eleições", disse ele, fazendo um trocadilho com o jingle de sua campanha.

Ataque aos adversários

Apesar de dizer que não ia atacar seus adversários, Lula comentou que nestes quatro anos de governo provou "ter muito mais competência de fazer as coisas pelo Brasil do que eles, inclusive fazer uma coisa que eles não sabem que é cuidar do povo pobre". Para o presidente, no "imaginário político" dos seus opositores, "pobre é apenas um número estatístico, que a gente leva em conta na época das eleições porque pobre vota, mas depois das eleições, se esquece o pobre porque pobre não conta na política e eles governam sempre para 35 milhões de habitantes".

E avisou: "o meu Brasil tem 190 milhões de habitantes. O meu Brasil tem empresários, banqueiros, latifundiários importantes, tem muita gente rica, tem muita gente da classe média. Mas o meu Brasil tem muita gente pobre e, como aprendi com a minha mãe, a gente cuida primeiro do filho da gente que está fraco, a gente cuida primeiro do que está debilitado, para dar força para ele se curar e ficar saudável".

Jeito de cuidar do Brasil

Salientando que "é este jeito de cuidar do Brasil, que está incomodando muita gente", Lulla, passou a se vangloriar dos feitos de seu governo, assegurando que pode ir a um supermercado ou casa de material de construção, porque os preços estão muito menores do que quando assumiu, embora nunca tenha tido este tipo de iniciativa. "É esse jeito de cuidar do Brasil que eu posso ser o único presidente da República, no final do mandato, a ter coragem de entrar em um supermercado e dizer que a dona de casa está comprando arroz hoje pela metade do preço que comprava quando eu tomei posse, está comprando uma lata óleo de soja pela metade do preço, que posso entrar em um depósito de material de construção e ver um trabalhador comprar um saco de cimento de 50 quilos pela metade do preço que comprava quando tomei posse neste país".
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Correligionários


Ao pedir votos para os seus correligionários, o presidente salientou que é preciso "começar a melhorar a política brasileira" e atacou os que reclamam, mas que votam nos políticos tradicionais. "Tem uma parte do povo que fica xingando a política todo dia, mas chega na hora da eleição mas são os mesmos que são eleitos. Há quanto tempo vocês ouvem falar o mesmo nome? Eu não vou falar dizer quem são", comentou ele, que se referia, por exemplo, ao pefelista Jorge Bornhausen, do PFL. "Então, eleger o companheiro Fritsch, eleger a companheira Luci, e os deputados federais e estaduais é a certeza de que a gente vai melhorar este País, vai melhorar de verdade".

E avisou "se nos primeiros quatro anos, nós já fizemos o que nós fizemos, agora, com mais experiência, agora sabendo como é que funciona a máquina, agora sabendo onde é que a porca entorta o rabo, agora nós vamos fazer quatro anos. Nos primeiros quatro, nós já fizemos do que eles fizeram em oito. E, agora, com mais quatro, nós vamos fazer mais do que eles fizeram em 20 anos porque o povo brasileiro merece o melhor e nós temos obrigação de dar isso para o povo".
Por Tânia Monteiro – Estado.


COMENTÁRIO:

Sua Excelência continua com o complexo de "Senzalite", ferida psíquica incurável. Sua Excelência esquece que é a "elite" dominante. Sua Excelência continua com alucinações falando de um Brasil que fez. Sua Excelência acredita que foi, e que, por fim, é um metalúrgico. Sua Excelência merece ser novamente o presidente deste povo, que merece tê-lo como governante do seu tamanho. Isto é, um povo pequeno e medíocre para um grande governante.

Dá-lhe "Bolsas Esmolas" É isto ai... Excelência, ainda pretende tirar "dezzzzzzz” na compreensão do grau de ironia e imoralidades desta Republiqueta dos Chulos e da brava gente brasileira. Continue deitado divinamente em berço esplêndido, e saqueando e usufruindo das benesses do poder. Vossa Excelência merece o povo que tem. Por Gabriela/Gaucho (Movimento da Ordem e Vigília Contra a Corrupção)

3 Comments:

  • Falando em sangue (...) e não é que mataram mais um político da oposição? A coisa está séria!

    By Anonymous Anônimo, at 12:19 PM  

  • O que mais chama a nossa atenção, é que tudo está acontecendo neste governo. É bom começarmos a ligar certos acontecimentos .

    By Anonymous Gabriela, at 2:22 PM  

  • Quem sobre eles faz um juízo crítico, “é preconceituoso, tem preconceitos de classe”. Sua oposição é “justa”, enquanto a oposição a eles é “preconceituosa”. A corrupção, nos redis alheios, é corrupção, digna de CPIs, esclarecimentos e punições. Entretanto, quando pegos com a mão na cumbuca, os fatos se tornam “golpe das elites”. Com as frases “não fomos os primeiros”, “não fomos nós que inventamos”, pretendem de tudo se anistiarem, o que os torna acima do bem e do mal! Seres superiores, nada os atinge! É nova raça "superior” tupiniquim! Haja estômago!

    By Anonymous GUILHERME, at 2:49 PM  

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