movimento ordem vigília contra corrupcao

segunda-feira, setembro 18, 2006

VAMOS EXORCIZAR ESTE DEMÔNIO URGENTEMENTE!

"PRECISAMOS ESTAR ATENTOS AO “DEMÔNIO GOLSPISTA”



"Este homem, como ele confessa, ele tem o diabo dentro dele. E o diabo dele é o diabo de Chávez. Ele é um tirano em formação. O Brasil tem que fazer tudo para tirar um tirano corrupto. Ele quer roubar o dinheiro e a liberdade do povo.
O segundo governo de Lula será uma eleição de um presidente que roubou e que deixou roubar. Quem fecha o Congresso não excitara em retomar as concessões de rádio e de TV."Deputado Aleluia
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AMEAÇA DE IMPACIENTE

“ Remédio prévio para ditador é o voto; remédio postergo é o impaciente. Agora remédio para demônio é o inferno. A psiquiatria está evoluída. Hoje tem remédio que cura isso. O Lula pode procurar um psiquiatra.

Não será um pobre trôpego que vai diminuir o peso da democracia brasileira. Por Arthur Virgílio – Líder do Senado. Assessoria de Imprensa do PFL com Agências de Notícias
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CINISMO MILLITANTE

Em alguns setores do lulismo, descompromisso com a ética na política passa do campo da prática para o da teoriaSUPERADAS as reações iniciais de surpresa e desencanto, que tomaram conta do petismo ao eclodir a crise do mensalão, um espantoso e célere processo de readaptação moral está em curso.

Partem de setores expressivos da militância os argumentos de que, na luta política, é inevitável conviver com a "sujeira" - ou coisa pior.Um passo além, e já se registram manifestações de que a própria questão da ética na política é secundária, face aos supostos benefícios que um governo, mesmo corrupto, seria capaz de garantir à população mais pobre.

Como nos mais típicos casos de ginástica mental da época stalinista, há quem considere agora puro "moralismo de classe média" os princípios que, em outros tempos, serviam de pretexto ao PT para arrogar-se um papel renovador na política brasileira.

A leniência ética estendeu-se, assim, da esfera da prática para o campo da teoria. A tal ponto chegou à desonestidade intelectual de alguns setores da militância, que ouviram do próprio presidente Lula uma arrevesada e singular advertência. "O PT foi construído para ser um símbolo de que era possível fazer política diferente", declarou em meio a uma aguada entrevista ao "Jornal da Band", na quinta-feira. "De repente, eu vejo que algumas pessoas do PT enveredaram pelo mesmo círculo vicioso da política brasileira”.

Esqueceu-se de dizer, por certo, que tinha sido o primeiro a argumentar, numa patética entrevista em Paris, que seu partido nada mais fizera a não ser o que todos os demais faziam. Condutor da "virada pragmática" que encaminhou governo e partido ao pântano do valerioduto, quis refrear agora o ânimo dos que são mais realistas do que o rei e mais caudilhistas que o caudilho.

Ao cinismo teórico dos que antes se diziam detentores da ética na política, contrapõe-se a hipocrisia dos que, agora, indignam-se nos palanques ao verem magnificada a herança que contribuíram para formar. A compra de votos para aprovar a emenda da reeleição, no governo Fernando Henrique, constituiu um ensaio, ainda tímido, do grande baile dos mensaleiros no Congresso.

O próprio instituto da reeleição teve como conseqüência a promiscuidade, que agora se condena, entre atos administrativos e manobras de campanha. O recurso a medidas eleitoreiras pelo governo Lula teve no populismo cambial do primeiro governo FHC um precedente e um exemplo dos mais graves. E, se escândalos de dimensão inédita varreram o governo atual, não se sabe o que teria acontecido com o anterior se tivessem sido instauradas as CPIs que PSDB e PFL se empenharam em barrar.

O espetáculo oscila do ridículo ao deprimente e parece dar alguma razão a quem afirma que todos, afinal, se indiferenciam do ponto de vista ético. Mas que de uma avaliação da realidade se deduza um princípio de conduta, e que do "rouba, mas faz" se passe ao "rouba, mas é de esquerda" -eis uma aberração que, décadas depois de Lênin, Stálin, Trótski e Mao, reveste de tons de farsa a tragédia, que se esperava extinta, da cegueira militante. :: Editorial - Folha de São Paulo
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COMENTÁRIO:

Lulla se reconhece finalmente como um demônio! Foi um lampejo, uma fração de honestidade que elle teve ao se olhar “no espelho” da própria alma, e dizer em voz alta aos que o rodeavam, naquele momento, qual é a real forma de sua “Sombra”: a de um demônio.

É, portanto, nossa obrigação moral, um dever, contar para duas pessoas, pelo menos, que o Lulla é um demônio louco e golpista. Um tirano em formação, e que ele próprio admite ter a coisa ruim dentro dele.
Temos que conseguir mudar o voto de duas pessoas sem preparo moral para votar, pelo menos. Por, Gabriela/Gaúcho (Movimento da Ordem e Vigília Contra a Corrupção).

2 Comments:

  • Adivinha quem é o mandante da armação do tal "dossiê".

    O advogado Gedimar Passos, preso na última sexta-feira, deu à Polícia Federal o nome do integrante do PT que teria negociado suposta operação de compra do dossiê contra os candidatos do PSDB para o governo de São Paulo, José Serra, e para a Presidência da República, Geraldo Alckmin. Segundo declarou, em depoimento à PF, um homem chamado "Froude" ou "Freud"
    De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, que teve acesso ao teor do depoimento, o suposto mandante da operação seria dono de uma empresa de segurança no eixo Rio-São Paulo, mas Gedimar não soube dizer se essa pessoa tem influência no PT.

    A PF tem indícios que apontam para Freud Godoy, assessor de gabinete da Presidência e ex-coordenador de segurança em todas as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto.

    Assessor de Lula deu os 1,7 milhões para a armação

    É mole?

    By Blogger Unknown, at 12:12 PM  

  • Parabenizo pelo trabalho excelente do grupo do Movimento da Ordem e Vigília.

    By Anonymous Anônimo, at 1:55 PM  

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