movimento ordem vigília contra corrupcao

quarta-feira, junho 28, 2006

SER DE ESQUERDA É UMA FORMA DE MÁ EDUCAÇÃO

A pessoa de esquerda, por pena do mendigo, quer rudemente meter a mão no meu bolso traseiro para pegar cinqüenta reais. Ou pior, fica insistindo que o Estado o faça.




Nada mais privado do que uma carteira. E é estranho como pessoas supostamente educadas apóiam calmamente uma política que consiste, na verdade, no manuseio metódico e forçado de todas as carteiras do mundo.
Reforçando a teoria, disse Mantegazza: "Socialismo é apenas a inveja pelo dinheiro alheio. O Socialismo é uma estéril e arcádica ternura do coração acompanhada de uma colossal ignorância da natureza humana".
Comentário:
Hoje, em Contagem (MG) Lulla, afirmou que é mais fácil governar para os pobres, já que é a camada da população que não dá trabalho, e nem vai à Brasília reclamar. Vejam como Lulla trata os pobres. No seu entendimento retrógrado, como um "grande rebanho". Os desinformados que se entretém no estado hipnótico e pastando, se satisfazem com as esmolas mínimas do Fome Zero. Isto sim é atraso social e moral.

O perigo do socialismo nivelador e de todas as teorias simplistas resulta especialmente de que, sendo tais teorias acessíveis aos entendimentos das multidões ingênuas e ignorantes, estas atendem facilmente as forças Cegas e devastadoras de um número de crápulas que propaga uma língua fácil que toda gente entende. Os elementos desta língua, mentirosa e destruidora às mentes e corações dos ingênuos, é a da fome e miséria.
E, isto, só se corrige com capitalismo, com emprego e salário digno. Banho de loja! BRASIL!!! Por Gabriela/Gaucho (Movimento da Ordem e Vigília Contra a Corrupção)

Assista ao vídeo do apedeuta assumindo que governar pobre é mais fácil:

Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=bjiWoWFnUD0


OS MAOMÉS VÃO À MONTANHA

Lula manda dois ministros ao TSE para tentar quebrar o gelo e posar de bom-moço Politicamente, Tarso Genro e Márcio Thomaz Bastos tentam, em nome do presidente da República, "quebrar o gelo" por enquanto intransponível do rigor anunciado pelo ministro Marco Aurélio Mello no tocante à observância das normas eleitorais.
O objetivo publicitário da visita de hoje ao tribunal é acintoso: dar a impressão de que ao governo antes de mais nada interessa andar dentro dos limites da lei e, mais que depressa, neutralizar a imagem de transgressor que o presidente da República cultivou nos últimos meses.
Vista à luz fria da realidade, a reunião soa até absurda, pois jamais se viu representantes do Poder Executivo dirigirem-se oficialmente ao Poder Judiciário para manifestar total disposição de cumprir a lei.
Usa-se o argumento de que o "governo não pode parar" só porque o presidente quer continuar andando para lá e para cá falando sobre seus feitos fora do horário eleitoral.
Governos não param quando presidentes estão sob restrição de propaganda, a menos que a administração seja sustentada em atos meramente publicitários.Lula quando quis e se interessou, manteve-se recolhido. Foi no auge do escândalo do mensalão. Era preciso muita cobrança para que se visse a imagem ou se ouvisse a voz do presidente naqueles dias.
E o governo por acaso foi diferente, ficou objetivamente melhor ou pior? Não, enquanto Luiz Inácio da Silva aguardava em seu silêncio obsequioso a passagem do furacão, a vida seguiu igual.
DESDÉM
PT e PSDB vão firmando maneiras reciprocamente desdenhosas de se referirem um ao outro. Os tucanos adotaram o "essa gente" difundido em princípio pelo PFL. Na convenção de sábado passado, Lula não se referiu uma única vez ao adversário pelo nome; falou o tempo todo "neles", "deles" e "eles".
Se todos fossem: José Sarney foi mais bem tratado na convenção do PT do que nas reuniões do PMDB, onde até vaia já levou por causa da briga entre as alas governista e oposicionista do partido.Para Lula, Sarney revelou-se um "grande companheiro", cuja melhor qualidade é a discrição. Quando há algum problema, "não fala com a imprensa, fala com a gente". Fosse Roberto Jefferson tão discreto e leal quanto Sarney, até hoje não se saberia da missa a metade.
Brasil "desarranjado"? Deus nos proteja desse palavreado, cujo estilo plebe rude só tende a se acentuar com a proximidade das eleições. Por
Dora Kramer - O Estado e SP.

Comentário:
Os tucanos adotaram o "essa gente" difundido em princípio pelo PFL (...) Pois é! Deus nos proteja sim, mas dos que assaltam, mentem e matam. Achar preconceito repudiar, recriminar "essa gente", chega ser hipocrisia! Incompreensível que o nosso jornalismo brasileiro seja tão excessivamente condescendente com as esquerdas, especialmente nestes tempos de PT. Mais do que esquerdismo, nosso jornalismo parece estar contaminado pelo petismo. Já estamos cansados de sermos acusados com o "dedo em riste", por esta ralé da política como "preconceituosos".

Oras! Minhas discordâncias só podem ser ditadas por minhas escolhas ideológicas, políticas, intelectuais, éticas e por meus preconceitos também! Um mundo sem preconceito, seria um mundo de monstros. Portanto, "essa gente", que rouba e assalta os cofres públicos são os que verdadeiramente desarranjam o Brasil. Chega deste excesso de “educação”. Vamos assumir: existe alguma coisa mais RUDE do que elles, "essa gente" ?! por
Gabriela (Movimento da ordem e Vigília Contra a Corrupção)





1 Comments:

  • Um país comandado pelo lider da caverna. O resto, é só ++++++ loucuras a serem entendidas, ou não!

    By Anonymous Tadeu B. de Souza, at 3:25 PM  

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