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terça-feira, abril 17, 2007

COMPROVADO O CANIBALISMO EM GULAG DE STALIM

ISTO É O COMUNISMO!

Livro revela como 4 mil morreram em 1933 numa ilha-prisão da Sibéria

Milhares de vítimas dos brutais expurgos de Josef Stalin foram abandonadas sem comida e abrigo em meados de 1933 numa ilha remota na Sibéria, onde recorreram ao canibalismo para sobreviver. É o que mostram documentos de um arquivo do Kremlin divulgados recentemente.

Mais de 4 mil dos 6 mil prisioneiros deixados em Nazino, uma ilha fluvial deserta e inóspita a 2,4 mil quilômetros a nordeste de Moscou, morreram em menos de quatro semanas. Várias dezenas de casos de canibalismo foram registrados. Corpos espalhados pela ilha viraram alimentos. Alguns prisioneiros mataram companheiros para comer sua carne.

Um novo livro, Cannibal Island (Ilha Canibal), apóia-se em documentos e testemunhos mantidos em segredo por sete décadas. Nicolas Werth, historiador francês do Gulag, revela que “Pessoas morriam por toda parte. Elas matavam umas às outras”, como afirmou uma camponesa octogenária a um pesquisador que estudava a deportação para Nazino. A testemunha, que tinha 13 anos quando os detentos foram abandonados na ilha, lembrou de uma jovem prisioneira cortejada por um guarda.

“Quando ele foi embora, as pessoas pegaram a garota, a amarraram em uma árvore e a cortaram, para comer tudo o que pudessem. Elas estavam com fome; precisavam comer. Caminhando pela ilha, eu via carne humana em tiras, carne humana que havia sido cortada e pendurada nas árvores. Os campos estavam cheios de cadáveres”.

Os prisioneiros foram vítimas de uma impiedosa campanha de Genrikh Yagoda, chefe da polícia secreta de Stalin, para deportar centenas de milhares de pessoas para o oeste da Sibéria e às estepes do Casaquistão. (The Sunday Times) - texto de Thomaz Magalhães do Blog Trem Azul

UM POUCO DO STALINISMO:
A GRANDEZA DE JOSEF STÁLIN
– Por Olavo de Carvalho
Stálin via o nazismo como um movimento anárquico, bom para gerar confusão, mas incapaz de criar um poder estável. A ascensão de Hitler era um complemento político e publicitário perfeito para o papel destinado à Alemanha no campo militar. Debilitando a confiança européia nas democracias, espalhando o caos e o pânico, o nazismo criaria as condições psicossociais necessárias para que o comunismo, trazido nas pontas das baionetas soviéticas com o apoio dos movimentos comunistas locais, aparecesse como um remédio salvador.

Mobilizando batalhões de idiotas úteis nas classes intelectuais do Ocidente, a espetaculosa ostentação estalinista de antinazismo -cujos ecos ainda se ouvem nos discursos da esquerda brasileira, última crente fiel nos mitos dos anos 30- serviu para camuflar a militarização soviética da Alemanha, mas também para jogar o Ocidente contra um inimigo virtual que, ao mesmo tempo, estava sendo jogado contra o Ocidente.

COMENTÁRIO - REFRESCANDO A MEMÓRIA
Os defensores destas idéias potencialmente assassinas do século XIX tentaram chegar ao poder, primeiro, pelas armas. Não conseguiram porque foram rechaçados pelos militares. Plantaram seu veneno e suas mentiras durante anos, ardilosamente, até que conseguiram chegar ao governo pelo voto. O PT, em cujo DNA estão os genes de Marx, Lênin, Stalin, Mao et caterva, agora executam seu plano maquiavélico de implantar o comunismo no nosso país. Para isto, vão ocupando posições estratégicas e tentando minar com nossa resistência democrática.

Por falar nisto, vocês se de lembram quando o Aldo Rebelo pendurou um quadro de Stalin em seu gabinete? Eis o nosso futuro Ministro da Defesa!

QUE VENHA A VERDADEIRA HISTÓRIA (COMPLETA É CLARO)!
O LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL - O lado que os comunistas tentam apagar
A VERSÃO VERDE-OLIVA
Militares deram sua versão para fatos ocorridos durante a ditadura, mas negaram a existência de tortura e assassinato de presos políticos.
GOLPE
“A Revolução de 31 de março de 1964 resultou de uma excepcional reação da sociedade (…) à corrupção, à subversão.” O povo preferiu a democracia à ditadura. E as Forças Armadas satisfizeram o desejo da Nação. Assim pode ser resumido o relato sobre a “Revolução de 1964” contido no livro secreto do Exército.

No capítulo “A vitória da democracia”, que narra a deposição de João Goulart pelos militares, a obra afirma que, “como expressão da vontade nacional, (o golpe) barrara a trajetória dos comunistas rumo ao poder, numa clara opção do povo brasileiro pelo regime democrático”, diz o livro.

Consumada a “revolução”, continua o texto, o povo explodiu em festa. “Na tarde do dia 2 de abril e 1964, mais de 1 milhão de pessoas lotavam as ruas e praças centrais do Rio de Janeiro. A população — operários, estudantes, senhores idosos e crianças, todas as profissões, todas as categorias sociais e todos os credos — reunia-se na maior manifestação popular que o Brasil jamais vira.”

Especialista na área militar, com mestrado em Israel e doutorado e pós-doutorado nos EUA, o professor Jorge Zaverucha, da Universidade Federal de Pernambuco, contesta a análise do Exército. “A vitória da democracia a que o livro se refere é uma alusão aos grupos da esquerda que gostariam de implantar um regime de cunho leninista no Brasil. O autoritarismo de esquerda foi derrotado não por uma democracia. E sim pelo autoritarismo de direita”, afirma ele.

TORTURA?
“O suicídio, sempre utilizado como instrumento da guerra psicológica, era apresentado como a morte por tortura.” Tortura? Assassinato de presos políticos? De acordo com o livro secreto do Exército, isso não passa de “propaganda político-ideológica” promovida pela esquerda para causar embaraços ao Brasil no exterior.

Segundo a obra, muitas mortes de presos políticos denunciadas como assassinato foram, na verdade, suicídio.

À página 851, narra-se como, em 1976, carcereiros salvaram uma militante do PCdoB que supostamente tinha tentado o suicídio por enforcamento. “Além de tudo, ainda tinha-se que pajear esses energúmenos”.

Ao longo de suas 966 páginas, o livro afirma que, uma vez presos, os “subversivos” acabavam, de forma espontânea, confessando o que sabiam. Sobre Paulo de Tarso Venceslau, da ALN, o texto traz a seguinte afirmação sobre seu interrogatório: “Enfim, pressionado insistentemente pela pergunta (…), acabou confessando”.

MOVIMENTO ESTUDANTIL
“Não foram só os universitários os responsáveis pela baderna; Em muito contribuíram os secundaristas.” Em 1968, a exemplo do que ocorria em outros países, milhares de estudantes saíram às ruas do Brasil para protestar contra a repressão e a elitização do ensino. Porém, segundo o livro do Exército, essas bandeiras “carregavam em seu bojo (...) a luta ideológica e o gérmen da luta armada”.

Além de perigosos, os estudantes que militavam na esquerda eram promíscuos e junkies. No relato sobre a prisão de mais de 700 estudantes, em 1968, no Congresso da UNE, em Ibiúna, o livro diz o seguinte: “Foram encontradas drogas, bebidas alcoólicas e grande quantidade de preservativos. Alguns estudantes chegaram a declarar inclusive que havia uma escala de serviço de moças para atendimento sexual”. Ao ser informado do relato, Vladimir Palmeira (ex-presidente da União Metropolitana de Estudantes, preso em Ibiúna) solta uma sonora gargalhada. “Isso é uma chacota.”

Os oficiais-escritores afirmam ainda que a dissolução do congresso da UNE foi tramada pelo guerrilheiro Carlos Marighella, da ALN, e por Cuba, com o objetivo de empurrar estudantes para a luta armada. Palmeira contesta. “Claro que foi um erro realizar o congresso daquela forma. Mas evidentemente isso (o suposto plano de Marighella e Cuba) não aconteceu”, diz ele.

CENSURA
“No instante que se começava a ganhar a batalha contra a subversão, iniciava-se a perder a batalha da comunicação social.” Mais uma conclusão inesperada do livro secreto do Exército: se, por um lado, a censura imposta pela ditadura foi útil ao permitir que os militares controlassem as informações que a população recebia, por outro impediu que as Forças Armadas contassem sua versão da guerra empreendia contra o terrorismo de esquerda.

Segundo o documento, a ‘férrea censura à imprensa’ não foi “compreendida pelos seus profissionais e muito menos pela população”, que passou a se colocar contra a ‘Revolução’. “(A censura) permitiu que, ante seu silêncio, os subversivos contassem versão deturpada dos fatos”, que por ser uma “versão única” foi “tida como verdadeira. O fato é que, embora apreensiva com os atentados, seqüestros, assaltos e demais ações terroristas, a população nunca pôde avaliar os riscos que correu e nem as dificuldades, sacrifícios que eram feitos na condução desse combate — que, em última instância, visava a dar-lhe tranqüilidade —, porque não lhe foi dado conhecer essa realidade”.

O livro elogia aos generais Arthur da Costa e Silva e Emílio Garrastazu Médici. Pela dureza no combate aos opositores do regime militar, o período em que ambos estiveram à frente da Presidência da Republica (1967-74) é conhecido como “os anos de chumbo”.

A posse de Costa e Silva é descrita no livro do Exército como um “reencontro (do país) com a ordem constitucional e o estado de direito”. Com seu “tom franco”, sua “mensagem de renovação” e a “clareza com que encarnava a realidade vivida pelo país”, o general “abriu esperanças” no Brasil, afirma a obra. “Iniciava-se a volta à normalidade”, diz o livro.

Um mês depois de empossado, Costa e Silva criou o Centro de Informações do Exército, o serviço secreto da Força. Na ditadura, o CIE se destacou como vanguarda da repressão. Em 1986, um ano depois do término do regime militar, o órgão foi incumbido pelo então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, de tocar o Projeto Orvil (orvil é a palavra livro ao contrário), que produziu o Livro negro do terrorismo no Brasil.

Ao narrar os seqüestros de diplomatas estrangeiros na década de 1970 e a decisão do governo Médici de aceitar trocá-los por presos políticos, conforme exigiam os seqüestradores, o livro afirma que a postura do general representa o “respeito aos direitos humanos sem aspas”, que “se ajustava aos sentimentos humanitários da população”.

VÍTIMAS DOS GUERRILHEIROS
O livro do Exército descreve o atentado terrorista desferido por guerrilheiros de esquerda no aeroporto do Recife, em 1966, que visava a morte do então presidente Arthur da Costa e Silva. O general saiu ileso do atentado, que acabou, no entanto, matando o jornalista Edson Regis de Carvalho e o vice-almirante Nelson Gomes Fernandes.

Ainda na introdução, o livro diz que as vítimas de ações de grupos armados de esquerda “não estão incluídas na categoria daquelas protegidas pelos ‘direitos humanos’ de certas sinecuras e nem partilham de uma ‘humanidade comum’ de certas igrejas”. Depois, conclui: “Nem parece que a imagem de Deus, estampada na pessoa humana, é sempre única”. A afirmação é uma menção velada a uma frase do então arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, escrita na abertura do Brasil: nunca mais (“A imagem de Deus, estampada na pessoa humana, é sempre única”).

A ALA ESQUERDISTA DA IGREJA E OS TERRORISTAS
Os frades dominicanos de São Paulo foram apontados no livro, pelo apoio que deram ao ícone da guerrilha urbana no país, o guerrilheiro Carlos Marighella, da Aliança Libertadora Nacional (ALN). A ligação entre Marighella e os dominicanos foi desbaratada pela repressão em 1966. Numa ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, o guerrilheiro foi morto depois que vários dominicanos foram presos.

Comentário: Os comentários desta matéria publicada no Estado de Minas, feitos por esquerdistas de universidades, chamados para dar sua versão dos fatos, nosso Blog dispensou de publicar. Até agora só eles contaram a versão deles. Por isto, nos demos ao direito de dispensar os pontos de vista sobre o Livro em questão. Eles já deturparam demais a história. Chega de dar espaço para mentiras, que inclusive parecem ter sido compradas pelo jornalista que redigiu a matéria.

Que raio de “Oposição” é esta?
TUCANOS ACUSAM DEM DE TENTAR “ROUBAR” A CPI
A CPI do Apagão Aéreo pôs o PSDB e o DEM em pé de guerra. Enquanto os integrantes do DEM defendem a investigação do caos aéreo e das denúncias de corrupção na Infraero no Senado, onde a oposição é mais forte, os tucanos insistem para que ela aconteça na Câmara, onde o governo teria o total das investigações. Os tucanos estão acusando o DEM de tentar “roubar” a CPI, que nasceu por iniciativa do PSDB na Câmara. Por Denise Madueño e Eugênia Lopes, no Estadão - Assinante lê mais
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Comentário: Enquanto o país vive um caos aéreo sem precedentes, marcado por mortes, omissões, falcatruas, desrespeito e tudo mais, o PSDB briga com o DEM. Desrespeito pouco é bobagem. É vergonhosa a manobra do PSDB – eta oposição vendida - a mesma que reelegeu o apedeuta. Nesta briga idiota quem ganha é o governo que não quer CPI no Senado de jeito algum. O Chinaglia está adorando.

MST - TANQUE, NELES!!
Os bandoleiros do MST estão promovendo uma algazarra sem fim, pelo país. Estão infernizando a vida do povo brasileiro. Até mesmo uma área do Exercito, em Santa Catarina, foi alvo do desrespeito desta corja ordinária que age impunemente sob o olhar complacente e criminoso do desgoverno. Foram lá montar barracas na área onde o Exército faz operações militares, inclusive de tiro e explosivos. O Exército teve que usar cinco tanques de guerra e aproximadamente 500 militares para retirar os vagabundos do local.

Profissão: VAGABUNDOS
ENTIDADES LIGADAS AOS MST RECEBERAM R$ 36,9 MILHÕES DA UNIÃO NOS ÚLTIMOS 4 ANOS
Entidades ligadas ao MST, que coordenou quase um terço das ocupações de terras ocorridas em 2006, receberam R$ 39,9 milhões do governo federal, no primeiro mandato do Lula. A quantia corresponde a quatro vezes o total repassado nos quatro últimos anos da gestão anterior às mesmas associações (R$ 9,6 milhões). O volume de repasses, no entanto, parece estar longe de resolver os problemas fundiários no país, já que só no ano passado, as invasões aumentaram cerca de 20% em relação a 2005. Com a chegada do “abril vermelho”, este ano, os sem-terra prometem intensificar ainda mais os protestos. Contas Abertas – Leiam
mais aqui

COMENTÁRIO
MAIS UMA PROVA CABAL DO QUANTO A ESQUERDA É PORCA?
Mao tomou o poder na China em 1949. Morreu em 1976. Vocês sabiam que ele passou esse tempo todo sem tomar um único e escasso banho? Essa informação consta do livro “Mao, a história desconhecida”, biografia desse demente escrita por Jung Chang e Jon Halliyday

Bem dizia Paulo Francis: “A esquerda não é compatível com quem toma banho todos os dias”.

Por Gaúcho/Gabriela (MOVCC)

2 Comments:

  • Não acredito que as Forças Armadas vão se manter como "cordeirinhos" diante da petulâcia e da infâmia perpetrada pelos fundamentalistas majoritários do atual governo do Anão sem Dedo.

    Isso se chama "vitória no tapetão"!

    Vai ficar barato? Vão abaixar a cabeça e bater continência à marginais marxistas?

    O que estão esperando?

    Aldo Rebelo Ministro da Defesa? Não fode!

    Um militar honrado, com três colhões e bitola boa, jamais bataerá continência para um fervoroso admirador de Stalin.

    Tapetão, é o caralho! Por um Brasil soberano e livre do marxismo.

    By Blogger a, at 1:07 PM  

  • Em resumo: quem terá coragem intelectual para contrariar as sábias palavras do Paulo Francis?

    By Blogger Abreu, at 1:26 PM  

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