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sábado, março 10, 2007

"NENHUM SOCIALISTA BARATO COMO LULA VAI ME DIZER QUE NÓS SOMOS PROTECIONISTAS”

Jornalistas brasileiros irresponsáveis se permitem noticiar que Bush foi embora sem atender o "nosso" pedido de baixar alíquota de exportação do álcool para lá. Foi o mote central do noticiário popular, o da tevê, após a ida e Bush para o Uruguai, ontem.

Bush simplesmente não pode atender o "nosso" pedido. Só o congresso norte-americano pode fazê-lo. E não se pense que eles lá não têm opinião formada a respeito, desse e de outros pedidos do Brasil. Bush e Lula fizeram declarações aqui, assinaram acordo, que eles comentaram lá. A frase aí acima é de ninguém menos que o senador republicano Charles Grassley.

Ele representa o Estado do Iowa, o principal produtor de etanol americano. Mais que isso, é parlamentar de peso, experiente, já presidiu o comitê de Finanças do Congresso. Disse que já esteve aqui no Brasil. Que os brasileiros tentam acobertar o fato de que protegem a sua própria indústria da competição americana. "As autopeças brasileiras entram nos EUA sem quaisquer tarifas. Mas autopeças americanas entram no Brasil com tarifas de 35%". É verdade. Por isso e por outros casos similares, o republicano esbraveja, "então que Lula não me venha falar de protecionismo. Ele está tentando camuflar suas próprias fraquezas". Thomas Magalhães – Trem azul

ELES PODEM NOS PASSAR PARA TRÁS
A nosso favor, o que o memorando garante supera a estratégia comercial, que como eles nos mostram, é claramente mantida sob reserva protecionista. Mas garante parceria estratégica. Não é pouca coisa não. Estamos nessa que somos os maiores produtores mundiais. Não somos mais. São os EUA, tirando álcool de milho, duas vezes menos eficiente e mais caro que o da nossa cana. O convite é para pesquisas e desenvolvimento de tecnologia, para produção de álcool, a partir de tudo, e para todos os usos. Eles gastam mil vezes mais que nós em pesquisa. Se aproveitarmos a carona, vamos adiante com eles. Senão, ficamos para trás, podem escrever. Por Thomas Magalhães – Trem Azul

O JEITO DELES
Por isso, é bom ficar esperto, e tratar de negociar direito com o gigantão. Sabem o que o senador falou? Que a maneira de reviver a Rodada de Doha, essa que Luiz Inácio quer enfiar o dedo na bunda para achar o Ponto G, seria através de concessões feitas de parte a parte. Cada um abre mão de um pouco, em agricultura, manufaturados e serviços. E em breve teremos um acordo de Doha. Pois é. O cara está ou não está falando coisa com coisa? E diz mais, informa a BBC, "Eles não deveriam questionar os Estados Unidos. Estamos à frente desse processo há sete anos, reduzindo tarifas. Por isso nenhum socialista barato como Lula vai me dizer que nós somos protecionistas". Thomas Magalhães

A relegada
A ARGENTINA MOSTRA AO MUNDO DE QUE LADO ESTÁ
Desde que Kirchner está no poder nunca antes o país definiu de forma tão contundente seus alinhamentos. Bush se encontra no Brasil para firmar um tratado histórico de biocombustíveis. Aqui, arranca um patético show de Chávez. Total News (Argentina) –
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ESTA É DO REINALDO: SOBRE O TAL PONTO “G”
Ao se referir ao Ponto G, o homem chegou a gesticular. Sorriu com expressão marota. Sabia estar sendo inconveniente, impróprio, indecoroso — refiro-me, vejam só, ao decoro do cargo. George W. Bush esboçou um sorriso. Os americanos ficaram sérios. A brasileirada riu de seu presidente picaresco. Uma TV dos EUA que fazia tradução simultânea preferiu poupar os telespectadores e preservar Lula de si mesmo: ignorou a referência. Sabem como são os americanos... Fizeram aquele paiseco porque são idiotas e puritanos. Tivessem a nossa picardia e o nosso veneno, seriam felizes como nós. Viveriam o nosso clima de chanchada.

Coisas da Senzalite
ENQUANTO ESTUDANTES COMIAM BANANAS NO MCDONALD’S

O Bush dava um show de diplomacia, durante sua visita na Ong: tocava ganzá - uma espécie de chocalho, Laura Bush dançava forró e Condoleezza Rice sambava.

O GRAND FINALE
Entrando no espírito da coisa, coube a Bush o grand finale, numa recomendação aos jornalistas americanos: “Tomem cuidado, não vão ficar tempo demais nos bares por aí...” (ontem à tarde, no Hilton).

COMENTÁRIO:
Esta história do Etanol tem méritos sim. Além do mérito do Brasil se alinhar com o país mais civilizado e limpo, a iniciativa de construirmos uma plataforma energética alternativa com os EUA, pode nos trazer resultados econômicos muito interessantes.

Mas, enfim, de todos os méritos que se possa tirar deste encontro com Bush, a perspectiva de nos livrarmos das demências do Chávez, é sem dúvida o maior de todos eles. O Bugre está lá, esperneando com a visita de Bush pela AL. Esbravejando, xingando, acusando, dizendo que o Bush é “defunto” etc. Ora! Ninguém chuta “cachorro morto”, ok? Ainda mais com aqueles discursos descendo ao ralo. Aquilo não parece discurso de um chefe de estado, e sim, a incorporação do Exú-tranca-ruas. Se bem que não é de se espantar. Temos milhares destes por aqui.

A verdade é que esta visita do Bush na AL pode sim, melar as intenções de domínio do Chávez. Assim como foi no Brasil, nenhum outro dos pseudo-estadistas vizinhos será burro o suficiente para dispensar os EUA. No caso da Argentina, que fique claro: ela foi dispensada. Por isto, emprestou-se ao circo de Chávez. E que circo! Tudo aquilo com direito a mímicas de som de vitrola e bolachão de vinil, girado pelo seu "dedo imundo", para dizer que Bush é repetitivo. Macaquices da laia miúda no decadente picadeiro da apoteose e da inveja. Sempre o número principal dos complexados "bugres" latinos.

A revolução do Chávez significa um prato vazio sobre a mesa, literalmente falando. Todos os nossos pseudos têm consciência disto: que, para poderem ser “socialistas” é fundamental que exista um capital para ser espoliado. Não existe socialismo, sem um capitalismo que o alimente. Todo parasita precisa de um organismo sadio. Até mesmo os petrodólares do Hugo são procedentes dos EUA.

E é contra isto que o Bugre se rebate. Ele não quer dividir nada com os vizinhos. Como um excelente exemplar do socialismo, Chávez quer seus vizinhos todos nivelados por baixo. Só ele, acima do bem e do mal. Pois ele que vá se bandear sozinho pros lados dos malucos do Oriente Médio. E nos deixe ser capitalistas em paz. Este foi o maior mérito da presença de Bush aqui no Brasil.

Finalizando, vimos um espetáculo da marginalidade e da Vergonha. Vergonha! Há algo impenetrável na inteligência deste povo violento e invejoso que tudo degrada e nos faz parecer a "CORJA" desdentada, despenteada, descamisada do planeta. Vivemos um país - angustia, sem moral, sem social, sem educação, sem saúde, sem respeito às leis. Coisa absolutamente nefasta aos olhos do mundo. Valeu a propaganda feita pelo Bush no país dos tupiniquins. Querendo ou não, melhoramos nossa imagem.

"Lutar com o igual é perigoso, com o mais forte é loucura; com o mais fraco é vergonhoso." (Sêneca ) - E os fracotes tiranos da AL estão ai, à disposição! Temos espetáculos diários da macheza tirânica dos nossos "Bugres" alegres.

Nota: A foto da pauta de hoje: carro alegórico da Unidos da Tijuca pegando fogo na avenida. Por Gabriela/Gaúcho (MOVCC)

1 Comments:

  • são tantas e vergonhosas notícias que fica difícil comentar.
    não defendo, mas entendo posição de Kirchner, a Argentina foi abandonada por todos, principalmente pelo Brasil, quando mais precisou, se certo ou não, é uma decisão dele, ao menos ele está pensando em uma forma de fazer o país sair do buraco, enquanto aqui.........

    Gabriela, deixei um recado para você, mas pelo visto não entrou, mas quero parabenizá-la por essa tua garra nos 365 dias do ano
    ( você tb Gaúcho )
    abs

    By Anonymous Stella, at 7:27 PM  

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